Sobre Nós
A L.A.I.A foi fundada por acadêmicos de Medicina da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP), em outubro de 2006, sob orientação de Dra. Nanci Silva, médica infectologista e professora da EBMSP, sendo a reponsável por guiar os criadores da LAIA no final de 2006 e em 2007.
Em 2008, uma nova diretoria assumiu sua gestão, orientada por Dra. Ana Verena Mendes, também médica infectologista e professora da EBMSP. No ano de 2009 a L.A.I.A teve como orientadora a Dra. Ceuci de Lima Xavier Nunes, infectologista e então Diretora do Hospital Couto Maia e Professora Adjunta da EBMSP. Já em 2010, a LAIA foi orientada por Dra. Ana Verônica Mascarenhas Batista - Diretora Médica do Hospital Couto Maia e professora assistente da EBMSP. Em 2011 a LAIA foi orientada por Dr. Edílson Sacramento da Silva, médico infectologista e professor da EBMSP. Atualmente, nosso orientador é dr. Everaldo Costa, médico infectologista do Hospital Couto Maia.
Fundada em 2006 por um grupo de estudantes de Medicina da EBMSP e da UFBA, a L.A.I.A. teve como sua primeira orientadora Drª Nanci Silva. Em Dezembro de 2007, um novo grupo de estudantes assumiu a diretoria juntamente com a atual orientadora, Drª Ana Verena Mendes. Novos membros estarão sempre sendo admitidos após processos seletivos.
São finalidades da L.A.I.A.:
•Aprofundar o conhecimento dos seus membros a respeito das doenças infecciosas através de seminários e discussões semanais.
•Desenvolver pesquisas científicas e trabalhos de extensão acompanhados pelo Orientador e Conselho Docente.
•Promover atividades comunitárias que ofereçam prevenção, educação e assistência à saúde.
•Organizar e oferecer cursos, palestras, simpósios, jornadas e outras atividades relacionadas com as áreas de atuação da Liga. Sendo os mesmos, estendidos aos demais estudantes e profissionais da área de saúde, não associados à L.A.I.A
Aos Nossos Usuários
O QUE É UMA LIGA?
A expressão “Liga Acadêmica” representa a união dos estudantes em função do aprofundamento do conhecimento em uma área específica. Muito se discute a respeito desse tema num momento em que a metodologia do ensino médico vem sendo repensada. Rodrigo P. de Azevedo (UFMA) e Patrícia S. Dini (EPM-UNIFESP) foram muito felizes ao afirmarem no texto “Guia Para Construção de Ligas Acadêmicas” que não há uma definição exata sobre o que é uma Liga Acadêmica, mas sim, linhas que devem ser adotadas por essas, no intuito de contribuir para o aprimoramento da busca pelo aprendizado nas escolas de medicina. É consenso que as Ligas Acadêmicas devem ser entidades primordialmente estudantis, regidas desta forma por estudantes, e orientada por um grupo de docentes, que assim como os discentes, devem estar comprometidos com aprofundamento do conhecimento em uma determinada área, com o estímulo à pesquisa e com a ação social. Assim sendo, as Ligas Acadêmicas contemplam o tripé de uma universidade: ensino, pesquisa e extensão; o que deixa bem claro que as Ligas Acadêmicas não são grupos de estudos, como pensam alguns desinformados.
A Liga Acadêmica deve realizar variados tipos de pesquisas na população que está em sua cobertura de ação. O levantamento epidemiológico passa pela atividade de pesquisa. Protocolos de estudos devem ser criados e preenchidos nas atividades de extensão, sejam eles em comunidades, ambulatórios, ou em outros locais de acordo com a área de atuação do grupo acadêmico. A atuação em pesquisas deve estimular precocemente o raciocínio científico e o senso crítico dos estudantes, visando à formação de profissionais com uma capacidade de filtrar e transmitir informações de maneira mais responsável. As atividades de ensino visam o estímulo da capacidade de se expressar em público, capacitando os membros da Liga a apresentarem seus trabalhos e suas idéias não só em encontros científicos, mas em comunidades carentes de informação.
As Ligas Acadêmicas devem ser formadas por um grupo de estudantes interessados, comprometidos e determinados a cumprir os objetivos traçados por um Estatuto que seja claro e justo. O Estatuto, dentre diversas coisas, deve possuir um código disciplinar rígido, no intuito de manter a seriedade e o compromisso de uma entidade que é primordialmente estudantil. A escolha de um orientador com experiência na área a ser estudada, que tenha disponibilidade de tempo e compromisso com a ciência e com o social, é fundamental para o desenvolvimento da iniciativa. Todavia, é fundamental enfatizar, que o empenho dos membros da Liga determinará o verdadeiro papel que esta exercerá no meio acadêmico e na sociedade. Muitas Ligas Acadêmicas surgiram e deixaram de existir sem nada acrescentar ao meio acadêmico e à população.
As Ligas não devem surgir para contemplar os anseios curriculares dos estudantes de medicina, mas sim, para unir um grupo de estudantes verdadeiramente interessados e comprometidos em contribuir com a ciência e com a realidade do nosso país, um país pobre e carente de informação.